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	<title>.sobre.tudo.</title>
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	<description>sobretudo, sobre tudo. vida acadêmica, dissertação, programação, tecnologia, dança, música, arte. meu mundo online e off-line. sonhos e divagações, lamúrias e anseios.</description>
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		<title>Sobre agradecimentos importantes</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 17:42:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_atividades_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.acadêmico" /><br/>Então segunda-feira foi minha defesa e só agora consegui tempo para postar sobre isso.
Fui aprovada. Conceitos A, A, A. MUITA FELICIDADE! 
Na dissertação já havia agradecido muita gente nos &#8220;Agradecimentos&#8221;. Mas como acho que a maioria das pessoas não vão ler a queridinha de 190 páginas, transporto publicamente para cá com muitas modificações que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_atividades_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.acadêmico" /><br/><p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Então segunda-feira foi minha defesa e só agora consegui tempo para postar sobre isso.</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Fui aprovada. Conceitos A, A, A.<strong> MUITA FELICIDADE! </strong></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Na dissertação já havia agradecido muita gente nos &#8220;Agradecimentos&#8221;. Mas como acho que a maioria das pessoas não vão ler a queridinha de 190 páginas, transporto publicamente para cá com muitas modificações que o local permite ;P</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Primeiro (sendo clichê, mas justa) agradeço papai <em>Abelino e mamãe Marli por </em>todo incentivo, compreensão e carinho durante esta trajetória de dois anos na pós-graduação, apoiando-me de todas as maneiras possíveis. Aguentando minha ansiedade em todas as grandes etapas que o mestrado possui, minha choradeira nos momentos de desespero, minha tagarelice nos momentos de empolgação e por me ouvirem falar todos os finais de semana e feriados que estive por lá sobre como os conflitos são importantes e mesmo sem entender exatamente como eu iria estudar isso, concordavam e davam sua opinião.</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">À minha irmã <em>Marina (Juka), </em>futura jornalista<em> </em>cujos lindos textos certamente sou a fã número um (embora ela às vezes não acredite ou não se importe). À admiro e quero bem.<em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Também à Nely, minha eterna táta há 24 anos em nossa família por cuidar de todos nós por tanto tempo.  <em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Não posso deixar de fazer menção à minha saudosa gata de estimação, <em>Bilica</em> que foi uma carinhosa companheira durante 12 anos da minha vida e no início da escrita deste trabalho.</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">À <em><a href="http://euescutaria.wordpress.com" target="_blank">Cristian Farias</a></em> pela paciência nas incontáveis horas de ansiedade e trabalho, por me fazer acreditar sempre que tudo daria certo. Me trazer calma e carinho sempre quando mais precisei.</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Aos meus colegas e amigos <em><a href="http://fanisilveira.wordpress.com/" target="_blank">Stefanie Silveira</a></em>, <em><a href="http://laurastorch.wordpress.com/" target="_blank">Laura Storch</a></em>, <em><a href="http://gilbertoconsoni.com/" target="_blank">Gilberto Consoni</a></em>, <em><a href="http://giseleh.com/" target="_blank">Gisele Honscha</a></em> e <a href="http://ocinematographo.blogspot.com" target="_blank"><em>Ana Paula Penkala</em></a> pela parceria nessa viagem doida de mestrado e doutorado que a gente adora.</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Um agradecimento especial para a colega/amiga/confidente/psicóloga/etc <em><a href="http://www.sandrabmz.com/bobagemminha" target="_blank">Sandra Bordini</a></em> (aka <em>Sandrita Colunga</em>) pelo companheirismo e amizade de todos os dias. A amizade construída nesses dois anos não tem preço e não vai ter fim.</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Às amigas Mestres (filhas da PUC ;P) <em>Mariana Gautério</em> e <em>Tais Chaves</em> pelos ótimos momentos de desabafo e descontração. Saudades!</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Ao Prof. Dr. <em><a href="http://alexprimo.com" target="_blank">Alex Primo</a></em> que confiou em uma aluna recém saída da faculdade de Ciência da Computação, com alguma experiência em pesquisa científica. Obrigada por todo auxílio nas descobertas da área de Comunicação e Informação e por acreditar em meu potencial, incentivando-me nos momentos difíceis. A nossa parceria continua.</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Às colegas do <em><a href="http://www.ufrgs.br/limc" target="_blank">Laboratório de Interação Mediada por Computador</a></em> <em>Elisa Hoerlle</em> e <em><a href="http://camilegiordani.blogspot.com/">Camile Giordani</a></em>, pelas horas agradáveis de estudo, debates e cafezinhos.</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Aos ex-bolsistas de Iniciação Científica <em>Tomaz Rocha da Silva</em> e<em> <a href="http://fotanus.blogspot.com/">Felipe Tanus de Oliveira</a></em>, integrantes da equipe de implementação dos ambientes Co-link e Co-dex, pela competência, trocas de idéias e amizade construída durante as centenas de horas de reuniões e implementações. Vocês são ótimos. Contem comigo!</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Às minhas amigas e companheiras de moradia <em><a href="http://loraemfuga.blogspot.com/" target="_blank">Gabriela Canal Vieira</a></em> e <em><a href="http://www.ariananacapital.blogspot.com/" target="_blank">Leila Diane Wentz</a></em>, pela amizade desde o tempo da faculdade (Alinão, Gabizão e Leilão) e pelo apoio especialmente durante a escrita final da disssertação. Desculpe pela &#8220;ausência&#8221; dos últimos meses.</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Ao <em><a href="http://www.cpd.ufrgs.br" target="_blank">Centro de Processamento de Dados da UFRGS</a></em>, meus colegas de trabalho e em especial à <em>Elianara Corcini</em> pela super compreensão.</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">À Prof. Dra. <em>Cleci Maraschin</em>, Prof. Dr. <em>Rafael Rocha</em> e à Prof. Dra. <em><a href="http://marciabenetti.blogspot.com/" target="_blank">Márcia Benetti</a></em>, que admiro loucamente, pela atenção e recomendações na minha qualificação de projeto de dissertação e posteriormente na defesa.</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">À querida secretária do PPGCOM/UFRGS <em>Josi Lima</em>, que com sua simpatia e atenção, sempre esteve à disposição para qualquer dúvida e se tornou uma amiga para mim.</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Ao <em><a href="http://ppgcom.ufrgs.br" target="_blank">Programa de Pós Graduação em Comunicação e Informação</a></em> da<em> <a href="http://www.ufrgs.br" target="_blank">Universidade Federal do Rio Grande do Sul</a></em> e <em>seus professores </em>por toda dedicação no processo constante de melhoria do Programa e por me fazer ter certeza que fiz a escolha certa.</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Também a <em><a href="http://www.capes.gov.br/" target="_blank">CAPES</a> </em>pela bolsa auxílio concedida de grande ajuda para que pudesse me dedicar exclusivamente aos estudos e a elaboração da dissertação durante parte do Mestrado.</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">Ah, <em>leitores desse blog</em>, que deveria ser sobre tudo, mas tornou-se um muro de lamentações, catarse, bloco de bobagens e humorzinho bobo sobre mestrado/dissertação/vida acadêmica que me salvou de explodir em certas horas ;P</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">
<p style="text-align: justify; line-height: 150%;">
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		<title>Sobre a defesa de dissertação</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 18:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_atividades_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.acadêmico" /><br/>O dia está chegando! Convido quem interessar possa para a minha Defesa de Dissertação de Mestrado no Programa de Pós-graduação em Comunicação e Informação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul:
&#8220;Conflitos na Colaboração: um estudo das tensões em processos de escrita coletiva na web 2.0.&#8221;
Orientador:  Prof. Dr. Alex Primo
Data: 04/05/09 às 16:30h
Local: Faculdade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_atividades_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.acadêmico" /><br/><p>O dia está chegando! Convido quem interessar possa para a minha Defesa de Dissertação de Mestrado no <a href="http://ppgcom.ufrgs.br" target="_blank">Programa de Pós-graduação em Comunicação e Informação</a> na <a href="http://www.ufrgs.br" target="_blank">Universidade Federal do Rio Grande do Sul</a>:</p>
<p><strong>&#8220;Conflitos na Colaboração: um estudo das tensões em processos de escrita coletiva na web 2.0.&#8221;</strong></p>
<p>Orientador:  Prof. Dr. Alex Primo</p>
<p>Data: 04/05/09 às 16:30h<br />
Local: Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação &#8211; UFRGS &#8211; Sala 206</p>
<p>Banca Examinadora:<br />
Prof. Dra. Cleci Maraschin (UFRGS)<br />
Prof. Dr. Rafael Rocha (UFRGS)<br />
Prof. Dra. Marcia Benetti (UFRGS)<br />
Prof. Dra. Sônia Caregnato (suplente)</p>
<p>É isso. Demorou, mas agora vai. Obrigada a todos que me desejaram sorte.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.phdcomics.com/comics/archive/phd031005s.gif" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://www.phdcomics.com/comics/archive/phd031005s.gif" alt="" width="464" height="155" /></a></p>
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		<title>Sobre as oito frases mais ouvidas antes da defesa de mestrado</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 19:06:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_atividades_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.acadêmico" /><br/>Então a línea de la muerte, o agora ou não, o vai ou racha é dia 4 de Maio, próxima Segunda-feira.
A minha tão ansiosamente esperada defesa está prestes a chegar. Para todos que me perguntam sobre ela, dou sempre a mesma resposta: &#8220;É dia 4, finalmente! \o/ (seguido de uma cara de hmm-vamos-ver-o-que-vai-ser)&#8220;. Porém as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_atividades_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.acadêmico" /><br/><p>Então a <em>línea de la muerte</em>, o <em>agora ou não</em>, o <em>vai ou racha</em> é dia <strong>4 de Maio,</strong> próxima Segunda-feira.</p>
<p>A minha tão ansiosamente esperada defesa está prestes a chegar. Para todos que me perguntam sobre ela, dou sempre a mesma resposta: &#8220;<em>É dia 4, finalmente! \o/ (seguido de uma cara de hmm-vamos-ver-o-que-vai-ser)</em>&#8220;. Porém as respostas são variadas. Por isso resolvi compilar as frases recorrentes que tenho ouvido desde que a minha banca foi marcada. Em geral eu respondo com um sorriso, que vem acompanhado de um reflexão interna.</p>
<p><strong>1. Doce ilusão</strong></p>
<p>Frase: &#8220;<em>Pensa que você sabe mais do assunto do que qualquer pessoa que estiver ali&#8221;</em></p>
<p>Reflexão: Hm. Oi? Não é bem assim! Como que eu vou saber mais do que três doutores? Talvez eu saiba mais sobre o objeto, sobre o assunto principal. Mas será que vai fazer sentido para eles assim como fez para mim? Medinho.</p>
<p><strong>2. Dias piores virão&#8230;</strong></p>
<p>Frase: &#8220;<em>Tá ansiosa? Capaz! O pior já passou.</em>&#8221;</p>
<p>Reflexão: Hm. Não sei não. Quando eu passei na seleção de Mestrado achei que o pior havia passado, depois de entregar quatro artigos por semestre no primeiro ano do Mestrado eu achei novamente que o pior teria passado. Depois da qualificação eu achei mais uma vez que o pior tinha passado, aí quando eu entreguei a dissertação, isso veio a tona de novo. Então, pela sucessão dos fatos concluo que o fim de uma fase &#8220;pior&#8221; é só a preparação para outra. Acho que não tem fase fácil no Mestrado.</p>
<p><strong>3. Apoio familiar</strong></p>
<p>Frase: &#8220;<em>Mas que nada! Você vai se sair bem, estudou para isso. Se esforçou bastante. A gente tem certeza.</em>&#8221;</p>
<p>Reflexão: Tá. Obrigada papai e mamãe, mas a opinião de vocês, embora importantíssima, é suspeita :s</p>
<p><strong>4. Auxílio para ansiedade</strong></p>
<p>Frase: &#8220;<em>Ah que ótimo! E já sabe onde vai fazer doutorado?</em>&#8221;</p>
<p>Reflexão: Peraí! Eu nem consegui ser Mestre ainda e já me vem com seleção de doutorado? Depois de engatar ensino médio-faculdade-mestrado, preciso de um tempinho!</p>
<p><strong>5. Tolerância zero</strong></p>
<p>Frase: &#8220;<em>Mas você está calma, né?</em>&#8221;</p>
<p>Reflexão: Ah sim! Por que não estaria?. Quem fica calmo prestes a ter dois anos e uns meses da sua vida avaliados por três pessoas inteligentes que você admira?<span style="text-decoration: line-through;"> essa frase parece mas não foi para puxar saco de banca. </span></p>
<p><strong>6. Seria melhor não ter dito nada</strong></p>
<p>Frase: &#8220;<em>Ué!? Você ainda não defendeu?</em>&#8221;</p>
<p>Reflexão: É. Ainda não. É, era para ser em Março. Sim, atrasei. Sim, prorroguei. Obrigada por me lembrar disso. Beijonãomeligatchau.</p>
<p><strong>7. O que importa é o título? Eu não acho.</strong></p>
<p>Frase: &#8220;<em>Ah, mas rodar tu não vai. Nem deixam ir para banca se o trabalho está ruim.</em>&#8221;</p>
<p>Reflexão: Tá. Mas eu não quero passar assim de leve. Quero o máximo, of course.</p>
<p><strong>8. Que se dane defesa, queremos festa <img src='http://alinedecampos.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /><br />
</strong></p>
<p>Frase: &#8220;<em>Beleza! E onde vai ser a festa?</em>&#8221;</p>
<p>Reflexão: Ainda não sei! Mas, seja qual for o resultado, vai ter. Ou para comemorar ou para afogar as mágoas.</p>
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		<title>Sobre bichos de estimação</title>
		<link>http://alinedecampos.org/blog/?p=284</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 15:37:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_pessoais_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.vidinha" /><br/>Até os 13 anos de idade eu não dava a mínima para qualquer bicho que existisse. Até tinha passado a achar dinossauros legais depois da estréia da Família Dinossauro em 1992, mas como eles não existiam mais (aff    ) não tinha como ter um de estimação. Ganhei algo que poderia ser considerado semelhante, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_pessoais_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.vidinha" /><br/><p>Até os 13 anos de idade eu não dava a mínima para qualquer bicho que existisse. Até tinha passado a achar dinossauros legais depois da estréia da Família Dinossauro em 1992, mas como eles não existiam mais (aff  <img src='http://alinedecampos.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  ) não tinha como ter um de estimação. Ganhei algo que poderia ser considerado semelhante, numa escala muito muito muito menor,  uma tartaruguinha, na verdade um cágado (acho esse nome péssimo, prefiro chamar de tartaruga pequenina). Enfim, por duas semanas eu cuidei e brinquei com bichinho, chamamos de Margarina acreditando ser uma fêmea. Tempos depois descobrimos que era um macho, mas era tarde demais. O criamos como uma mocinha e com um super complexo de identidade. De qualquer maneira, após a terceira semana o Margarida já estava abandonado aos cuidados de minha mãe que dava comida e trocava a água do aquário.</p>
<p>Num exposição de pequenos animais, após insistir loucamente eu e minha irmã ganhamos dois passarinhos coloridos. Um verde e amarelo e outro azul e preto. Legal, um casal de aves bonitinhas que ficavam dentro da gaiola e conseguiam fazer uma sujeira incrível nela. O tempo passou e mais uma vez sobrou para outras pessoas. A nossa táta (que por sinal está conosco há 25 anos) ficou encarregada de trocar o jornal no qual os bichinhos faziam suas necessidades e alimentá-los com aqueles cereais estranhos. Acontece que &#8220;misteriosamente&#8221; (há fortes indícios de que a tatá &#8220;esqueceu&#8221; a gaiola aberta) os passarinhos fizeram suas trouxas, arrombaram a portinha da gaiola e foram em busca de um futuro promissor na cidade grande. Sumiram.</p>
<p>A tentativa derradeira de termos um bicho de estimação veio com um belo aquário super enfeitado e três peixinhos dourados. Tinha até um motorzinho para esquentar a água no inverno. Ficar observando os peixinhos até que era legal. Mas como nas outras tentativas, não rolou.</p>
<p>Quando não havia mais esperança de uma socialização duradoura com bichinhos de pequeno porte, meu pai cedeu ao receio de ter um bicho mais &#8220;pró-ativo&#8221; em casa e chegou em 1993 com uma gatinha de alguns meses, Bilica. Foi amor a primeira vista. Todos os gatos são lindos, mas não foi só a fofura que me conquistou, foi o companherismo dela desde o início. E assim foi por 12 anos, quando na metade do ano passado ela faleceu. Provavelmente, e sem exageros, um dos momentos mais marcantes da minha vida. Sempre tivemos uma conexão muito forte. Era comigo que ela mais ficava, que ela dormia sempre aos pés da minha cama, que ela vinha quando estava a fim de um carinho, pois sabia que sempre o teria, quando estava com fome e me cutucava com a patinha delicadamente. São muitas lembranças. Até mesmo depois que sai da casa dos meus pais toda vez que voltava era recebida por ela caminhando lentamente no corredor e deitando pedindo um cafuné na barriga. E ainda, durante os dias em que eu não estava lá dormia em cima da minha cama.</p>
<div id="attachment_290" class="wp-caption aligncenter" style="width: 465px"><img class="size-full wp-image-290" title="Primeiros anos" src="http://alinedecampos.org/blog/wp-content/uploads/2009/03/minha-coisinha-fofa.jpg" alt="minha-coisinha-fofa" width="455" height="320" /><p class="wp-caption-text">Nos primeiros anos, coisinha fofa.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_291" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><img class="size-large wp-image-291" title="Deitadinha" src="http://alinedecampos.org/blog/wp-content/uploads/2009/03/000_0201-1024x768.jpg" alt="000_0201" width="461" height="346" /><p class="wp-caption-text">Deitada em cima da cama onde adorava passar as tardes.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_292" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><img class="size-full wp-image-292" title="gordinha" src="http://alinedecampos.org/blog/wp-content/uploads/2009/03/imag016.jpg" alt="imag016" width="461" height="345" /><p class="wp-caption-text">Velhinha e gordinha, se deitava de barriga para cima para um cafuné.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Lá por 2000 chegou em casa o Will. Filhotinho de vira lata misturado com umas quinze raças diferentes. Fofinho e bobinho. A Bilica, até então a rainha da casa e já adulta não gostou da idéia de um cachorro para dividir a atenção. E ao contrário das histórias de cão e gato, quem se dava mal era o Will.</p>
<div id="attachment_288" class="wp-caption aligncenter" style="width: 461px"><img class="size-large wp-image-288" title="Will" src="http://alinedecampos.org/blog/wp-content/uploads/2009/03/dsc_0033-1024x680.jpg" alt="dsc_0033" width="451" height="300" /><p class="wp-caption-text">Will, o cachorro narigudo que sorri.</p></div>
<p>No início de março, um dia antes do meu aniversário conheci um filhote sofrido, que vinha sendo mal tratado e que meu pai &#8220;adotou&#8221; em princípio apenas para cuidar dele por uns dias e dar para alguém. Adorei e me apeguei. E na quinta feira ele faleceu. Sempre gostei mais de gatos, mas esse cachorrinho era um querido. Fizemos o que foi possível, mas ele estava com cinomose por conta do descaso do último dono.</p>
<div id="attachment_330" class="wp-caption aligncenter" style="width: 477px"><img class="size-large wp-image-330" title="bob" src="http://alinedecampos.org/blog/wp-content/uploads/2009/04/0307092307-00-1024x768.jpg" alt="bob" width="467" height="350" /><p class="wp-caption-text">Bob numa das poucas fotos que consegui tirar. Ele não parava quieto!</p></div>
<p>O que me deixa melhor é saber que pelo menos nesse mês e pouco que ele passou com a gente foi bem tratado e teve muito carinho como ainda não havia tido desde que nasceu.</p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>Sobre a sensação de entregar a dissertação</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 18:26:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_atividades_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.acadêmico" /><br/>
Entreguei ontem a minha dissertação.
Cento e noventa páginas formatadas e revisadas. Escritas e re-escritas durante dois anos em tantos lugares diferentes que nem consigo lembrar direito.
Cinquenta e seis mil e setenta e sete palavras vindas de leituras, experiências, escrita de artigos, apresentações em congressos, orientações, idéias e reflexões.
Trezentos e sessenta e cinco mil trezentos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_atividades_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.acadêmico" /><br/><p><img class="aligncenter size-large wp-image-324" src="http://alinedecampos.org/blog/wp-content/uploads/2009/04/0407090629-001-1024x768.jpg" alt="" width="484" height="362" /></p>
<p>Entreguei ontem a minha dissertação.</p>
<p>Cento e noventa páginas formatadas e revisadas. Escritas e re-escritas durante dois anos em tantos lugares diferentes que nem consigo lembrar direito.</p>
<p>Cinquenta e seis mil e setenta e sete palavras vindas de leituras, experiências, escrita de artigos, apresentações em congressos, orientações, idéias e reflexões.</p>
<p>Trezentos e sessenta e cinco mil trezentos e sessenta caracteres que tem a missão de exprimir o que estudei durante o mestrado, fazer sentido e contribuir de alguma maneira com a área.</p>
<p>Com aquelas seis cópias encadernadas e em papel branco foram-se também alguns sentimentos que me mantinham um tanto presa a uma obrigação constante. Agora que entreguei e que não há mais como fazer qualquer ajuste, inserir ou retirar qualquer palavra, confesso que dá sim um certo medo. A dissertação era como uma filha, que eu podia abraçar, educar e chingar o quanto eu quisesse e o quanto fosse preciso no período em que estivesse sobre minha guarda. Só que agora ela cresceu e me deixou aqui na expectativa de que eu tenha feito o melhor. Enquanto meu trabalho estiver longe de mim sendo lido pela banca, resta a ansiedade pela avaliação.</p>
<p>Uma coisa é certa, se essa dissertação fosse sobre todas as coisas que aprendi, mudei, descobri e senti não haveria espaço suficiente.</p>
<p>O mestrado e a dissertação, os assuntos mais falados nesse blog que deveria ser sobre tudo, estão chegando ao fim e apesar do drama característico, essa época vai deixar saudade!</p>
<p>Espera pelo dia da defesa. Vai ser o fim oficial de uma fase e o início de uma nova para mim.</p>
<p>Resta até lá escutar a trilha sonora oficial da &#8220;<a href="http://alinedecampos.org/blog/?tag=drama">Línea de La Muerte</a>&#8220;.</p>
<p>Para banca só peço <a href="http://alinedecampos.org/blog/?p=250">&#8220;Please don&#8217;t let me be misunderstood!&#8221;</a> <img src='http://alinedecampos.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Sobre usar a dissertação como desculpa</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 15:43:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_atividades_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.acadêmico" /><br/>Durante esse último ano de Mestrado, fui campeã numa prática bem corriqueira dos desperates master&#8217;s degree students: colocar a culpa na dissertação e usá-la como pretexto (verdadeiro ou falso) para eximir-se das mais diversas situações. Tudo sempre começava pela frase&#8230;

&#8220;Depois que entregar a dissertação eu vou&#8230;&#8221;
&#8230;aceitar mais convites
mode = true &#124;&#124; mode = false;
Perdi a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_atividades_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.acadêmico" /><br/><p>Durante esse último ano de Mestrado, fui campeã numa prática bem corriqueira dos <em>desperates master&#8217;s degree students</em>: colocar a culpa na dissertação e usá-la como pretexto (verdadeiro ou falso) para eximir-se das mais diversas situações. Tudo sempre começava pela frase&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">
<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000; font-size:14px;"><strong>&#8220;Depois que entregar a dissertação eu vou&#8230;&#8221;</strong></span></h3>
<h2><span style="color: #993366;">&#8230;aceitar mais convites</span></h2>
<p><em>mode = true || mode = false;</em></p>
<p>Perdi a conta de quantas vezes recusei sair,  ir no cinema ou coisinhas simples como dar uma voltinha no Parcão, por conta do incrível peso constante que a dissertação causa na consciência . Mas, não vou negar que usei também para me livrar de algumas <img src='http://alinedecampos.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> .</p>
<h2><span style="color: #993366;">&#8230;emagrecer e entrar para academia</span></h2>
<p><em>mode = false;</em></p>
<p>Inflei loucamente durante estes últimos meses de escrita da dissertação. Um ansiolítico somado a incrível necessidade de mastigar enquanto digito fizeram com que eu me tornasse esse ser roliço de uma tal forma que nunca fui. Poderia ter me cuidado e não deixado a situação se agravar, mas a cada ataque ao chocolate ou bolachinha pensava &#8220;preciso disso para escrever, depois da dissertação eu me cuido&#8221;. Ah. Pois é.</p>
<h2><span style="color: #993366;">&#8230;voltar a dançar</span></h2>
<p><em>mode = true;</em></p>
<p>Infelizmente verdadeiro. Parei de dançar pois o local era longe, não muito seguro e consumia um super tempo de deslocamento. A coisa começou a apertar, tive que fazer uma escolha difícil. Durante todo ensino fundamental, média e a graduação, sempre conciliei a dança como forma de hobby ou profissão. Dessa vez não deu!</p>
<h2><span style="color: #993366;">.. devolver os livros que peguei emprestado</span></h2>
<p><em>mode = false;</em></p>
<p>Estou com pilhas e pilhas de livros espalhados em minhas prateleiras prontos para serem devolvidos, afinal, faz algum tempo que não os utilizo, já que no último mês venho organizando a dissertação e fazendo correções. Ou seja, pura preguiça de separá-los <span style="text-decoration: line-through;">alugar um frete qualquer</span> e devolvê-los aos respectivos donos.</p>
<h2><span style="color: #993366;">&#8230;escrever artigos</span></h2>
<p><em>mode = true;</em></p>
<p>Não havia tempo, QI e sangue frio suficientes para escrever milhares de artigos enquanto escrevia a dissertação. Consegui três. Com muito custo. Mas, as idéias são muitas, anotadas no Tasks do Gmail. &#8220;É só eu entregar a dissertação&#8230;&#8221;</p>
<h2><span style="color: #993366;">&#8230;ter turnos livres sem nenhuma pendência urgente</span></h2>
<p><em>mode = false;</em></p>
<p>É óbvio que eu tive diversos turnos livres sem nenhuma atividade urgente. Acontece, que esses períodos aconteciam em grandes espaços de tempo, quando eu já estava no limite da loucura por ter corrido tanto para cumprir pendências. Aí, só me restava deitar e dormir. E no outro dia começar tudo de novo.</p>
<h2><span style="color: #993366;">&#8230;ler os livros que comprei/ganhei</span></h2>
<p><em>mode = false;</em></p>
<p>Eu poderia ter lido os vários livros que estão aguardando um pouco da minha atenção nas várias viagens de 4 horas entre Porto Alegre e Passo Fundo (vice-versa) que eu fiz durante este último ano. Pura preguiça. Puro Dramin. Quatro horas dor-min-do.</p>
<h2><span style="color: #993366;">&#8230;escrever na Wikipédia por livre e espontânea vontade</span></h2>
<p><em>mode = true;</em></p>
<p>Nesse caso posso dizer que a dissertação teve um papel duplo. Primeiro o de desculpa. &#8220;Ah, agora não tenho como escrever na Wikipédia, dissertação, néam?&#8221; e segundo que me deu uma incrível vontade de escrever na Wikipédia justamente por conta dela&#8230; a Dissertação.</p>
<h2><span style="color: #993366;">&#8230;ler e comentar mais blogs, pelo menos os que estão nos meus RSS reader<br />
</span></h2>
<p><em>mode = false;</em></p>
<p>Eu gastei/ganhei centenas de horas lendo blogs, comentando alguns posts e rindo loucamente das tirinhas do <a href="http://www.phdcomics.com/" target="_blank">phDComincs</a> ou do <a href="http://www.explosm.net/comics/new/" target="_blank">Cyanide &amp; Happiness</a>. Portanto, fake. Não li tudo o que gostaria, mas estive sempre de olho. Miss Lurker never dies ;P</p>
<h2><span style="color: #993366;">&#8230;colocar em prática projetos pessoais e em parceria</span></h2>
<p><em>mode = true;</em></p>
<p>Projetos legais e empolgantes, mas que verdadeiramente ficaram de lado por conta do meu filho que me consome.</p>
<h2><span style="color: #993366;">&#8230;me concentrar mais no meu trabalho no CPD</span></h2>
<p><em>mode = false;</em></p>
<p>É minha obrigação concentração no meu trabalho. Essa justificativa de &#8220;ai, ui, &#8216;gênio&#8217; trabalhando&#8221; é uma bobagem tosca. Realmente estou decepcionada comigo mesma em relação a isso, só posso dizer que voltar a me concentrar é prioridade.</p>
<h2><span style="color: #993366;">&#8230;estudar sem compromisso algo nada relacionado com a área de estudo/trabalho<br />
</span></h2>
<p><em>mode = true;</em></p>
<p>Isso vem de muito antes do período pré e durante dissertação. Vem antes da Graduação. Segui para Computação por que sempre gostei e via (vejo) futuro na área. Mas sempre pensei em estudar Astronomia, Religião (especificamente Hinduísmo, já que tenho paixão platônica pela Índia muito antes da novela <span style="text-decoration: line-through;">tosca e com o Márcio Garcia de protagonista, me poupe, OMFG!</span> das 21 ou de<em> Slumdog Millionaire</em>. Taj Mahal é meu ideal de lugar perfeito desde os 12 anos). Ou ainda Dança, bom, nem preciso dizer o porquê.</p>
<p>Esse quadrinho do phDComics descreve bem o incrível &lt;internaljoke&gt;&#8221;turbilhão de emoções&#8221;, a &#8220;efervescência de sentimentos&#8221;, &#8220;a volubilidade do grau de desespero&#8221;&lt;/internaljoke&gt;<sup>1</sup>  que <strong>permeia </strong>as centenas de semanas <strong>abarcadas</strong> pelo Mestrado e o criação de um produto final capaz de demonstrar dois anos de trabalho: a dissertação.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.phdcomics.com/comics/archive.php?comicid=124"><img class="aligncenter" src="http://www.phdcomics.com/comics/archive/phd050399s.gif" alt="" width="491" height="212" /></a></p>
<p>Daqui uns seis meses, se eu me lembrar e o blog ainda existir, recapitulo cada uma das situações para as quais eu utilizava a dissertação como desculpa.</p>
<p>Se na análise empírica, a maioria apresentar mudanças significa que eu evoluí bonito! \o/</p>
<p>Se não, significa que eu encontrei outra coisa para usar como desculpa ¬¬  :p
<ol class="footnotes">
<li id="footnote_0_306" class="footnote">Termos para fazer jus ao apelido horrível que o meu orientador inventou</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Sobre &#8220;La línea de La Muerte&#8221; &#8211; Parte IV</title>
		<link>http://alinedecampos.org/blog/?p=303</link>
		<comments>http://alinedecampos.org/blog/?p=303#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 19:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_atividades_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.acadêmico" /><br/>Nos últimos capítulos…
Capítulo 1: La Presentación
Capítulo 2: La suplica eterna
Capítulo 3: Las revelaciones, los malos sueños y El dia
Episódio de hoje…
Capítulo 4: Casi listo y la ansiedad
Desde de muito tempo do capítulo III deste dramalhão mexicano tanta coisa aconteceu&#8230;

As últimas semanas tem sido agitadas e bagunçadas. Maria Leene de La Vega ou dorme três horas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_atividades_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.acadêmico" /><br/><p>Nos últimos capítulos…</p>
<p style="padding-left: 30px;">Capítulo 1: <em><a href="../?p=159" target="_blank">La Presentación</a></em></p>
<p style="padding-left: 30px;">Capítulo 2: <em><a href="http://www.sandrabmz.com/bobagemminha/2009/01/13/la-linea-de-la-muerte-episodio-ii/" target="_blank">La suplica eterna</a></em></p>
<p style="padding-left: 30px;">Capítulo 3: <a href="http://alinedecampos.org/blog/?p=192" target="_blank"><em><a target="_blank">Las revelaciones, los malos sueños y El dia</a></em></a></p>
<p>Episódio de hoje…</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Capítulo 4: <em></em></strong><strong>Casi listo y la ansiedad</strong></p>
<p><em><strong>Desde de muito tempo do capítulo III deste dramalhão mexicano tanta coisa aconteceu&#8230;<br />
</strong></em></p>
<p>As últimas semanas tem sido agitadas e bagunçadas. Maria Leene de La Vega ou dorme três horas ou dorme doze. Não existe um sono regulado de uma pessoa normal e saudável. Aliás, pessoa normal e saudável é tudo o que ela não é no momento (embora haja esperança de tornar-se nos próximos meses).</p>
<p>Hoje sua dissertação foi passear com a revisora e semana que vem voltará toda colorida. Saberón lhe dará <em>el veredicto </em>na próxima semana e se tudo correr bem, os próximos dias reservam a tão esperada línea de la muerte <em>NÚMERO DOS: LA ENTREGA</em>.</p>
<p>Maria agora é professora e concentra-se ainda na dissertação, em preparar aulas e fazer seu trabalho desenvolvendo programas. Surtando de ansiedade quase todos os dias, <a href="http://bobagemminha.com" target="_blank">Sandrita</a> (a mais nova Mac user) é umas das pessoas que lhe dá uns tapas na cara e diz &#8220;calma-te mujer!&#8221;.</p>
<p>Lamentavelmente pensa em ficar <em>sin café, pero no mucho</em>, para tentar se autodestruir um pouco menos.</p>
<p>Muita gente também está ansiosa para que Maria entregue finalmente sua dissertação. Não porque isso realmente faz diferença em suas vidas. Mas, sim porque não aguentam mais todo esse drama.</p>
<p>Pois é. Só &#8220;sentindo na pele essa emoção&#8221; (tipo Monangé <img src='http://alinedecampos.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ) para saber.</p>
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		<title>Sobre ótimas iniciativas online</title>
		<link>http://alinedecampos.org/blog/?p=296</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 23:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_blog_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.opinião" /><br/>A minha saga até a derradeira línea de la muerte segue. Mas faço uma pausa para ajudar a divulgar algumas iniciativas online interessantes que literalmente não custam nada, mas que tem grande número de beneficiários.
Colaborar é mais fácil do que parece
Já parou para pensar quantos cliques executamos por dia? E quantos desses são pura bobagem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_blog_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.opinião" /><br/><p>A minha saga até a derradeira <a href="http://alinedecampos.org/blog/?tag=mexicano" target="_blank"><em>línea de la muerte</em></a> segue. Mas faço uma pausa para ajudar a divulgar algumas iniciativas online interessantes que literalmente não custam nada, mas que tem grande número de beneficiários.</p>
<p><strong>Colaborar é mais fácil do que parece</strong></p>
<p>Já parou para pensar quantos cliques executamos por dia? E quantos desses são pura bobagem, como por exemplo este que lhe fez chegar até aqui? <img src='http://alinedecampos.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Pois bem, há um jeito muito legal de um desses cliques fazer grande diferença!</p>
<p>Semana passada vi no twitter uma idéia muito legal que eu ainda não tinha conhecimento: a campanha <a href="http://www.cliquealimentos.com.br" target="_blank">Clique Alimento</a>.</p>
<p>É tudo muito simples. Só entrar no site <a href="http://www.cliquealimentos.com.br/" target="_blank">http://www.cliquealimentos.com.br/</a> ir em <em>Clique e Doe</em>, escolher a sua cidade ou para qual você quer reverter a doação, posteriormente escolher uma das empresas parceiras da iniciativa e clicar no pratinho. Pronto! A empresa vai doar ao <a href="http://www.bancodealimentosrs.org.br/" target="_blank">Banco de Alimentos</a> um quilo de alimento por conta do seu clique solidário <img src='http://alinedecampos.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><object width="468" height="60" data="http://www.cliquealimentos.com.br/media/banner_468x60.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="banner_468x60" /><param name="align" value="middle" /><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain" /><param name="quality" value="high" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="src" value="http://www.cliquealimentos.com.br/media/banner_468x60.swf" /><param name="name" value="banner_468x60" /></object></p>
<p><strong>Pope Benedict: Help Us Prevent AIDS</strong></p>
<p>Outra iniciativa que fiquei sabendo também via twitter é a Petição online direcionada ao Papa Bento XVI. Traduzo do site:</p>
<p><em>Semana passada o Papa Bento XVI disse: &#8220;[AIDS] não pode ser superada através da distribuição de preservativos, o que ainda agrava o problema&#8221;</em><sup>1</sup></p>
<p>A gente sabe que essa é a visão tradicional da Igreja, mas vossa santidade exagerou. Agravar? <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Qw9oX-kZ_9k" target="_blank">Whatcha talkin bout</a>, Pope?</em> Não é possível que uma grande influência para todo o povo católico ainda pregue algo tão estúpido. Continuando a tradução do site: <em><br />
</em></p>
<div id="result_box" style="text-align: left;" dir="ltr"><em>O Papa tem enorme influência moral sobre uma grande percentagem das populações mais pobres do mundo. Suas palavras podem ter impacto devastador sobre a saúde pública mundial a menos que haja um enorme clamor mundial que persuada o Vaticano a parar de condenar as comprovadas estratégias de prevenção da AIDS.</em><sup>2</sup></div>
<div style="text-align: left;" dir="ltr"></div>
<div style="text-align: left;" dir="ltr">Pode parecer grande pretensão que o clamor da população consiga mudar um pouco daquilo que já está estabelecido por séculos na religião, mas diante de tanta coisa impressionando acontecendo&#8230; (Obama, por exemplo <img src='http://alinedecampos.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ). Já são mais de 61.000 assinaturas e para assinar a petição basta acessar o endereço</div>
<div style="text-align: left;" dir="ltr"><a href="http://www.avaaz.org/en/pope_benedict_petition/97.php?cl_tta_sign=8be9fe4b80dd2afc0b091237340b092" target="_blank">http://www.avaaz.org/en/pope_benedict_petition/97.php?cl_tta_sign=8be9fe4b80dd2afc0b091237340b092</a></div>
<div style="text-align: left;" dir="ltr">Enfim, mesmo quem não acredita no ciberativismo, não custa nada gastar uns 2 minutos do seu tempo assinando a petição online. A tentativa não vai matar ninguém, ao contrário da continuidade dessa visão retrógrada e dogmática infelizmente disseminada pela Igreja Católica.</div>
<div style="text-align: left;" dir="ltr"></div>
<div style="text-align: left;" dir="ltr"></div>
<div style="text-align: left;" dir="ltr">Ajude a divulgar! <img src='http://alinedecampos.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </div>
<div style="text-align: left;" dir="ltr"></div>
<ol class="footnotes">
<li id="footnote_0_296" class="footnote">Last week Pope Benedict XVI said: &#8220;[AIDS] cannot be overcome through the distribution of condoms, which even aggravates the problems&#8221;.</li>
<li id="footnote_1_296" class="footnote">The Pope has huge moral influence over a large percentage of the poorest populations of the world. His words can have devastating impact on public health worldwide unless there is a massive global outcry that persuades the Vatican to stop condemning proven AIDS prevention strategies.</li>
</ol>
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		</item>
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		<title>Sobre dois momentos que quero guardar</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 17:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[sobre.vidinha]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[25 anos]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_pessoais_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.vidinha" /><br/>Infelizmente, por problemas técnicos, tanto meus quanto da HostNet, perdi o último post, aquele que contava meus dez ótimos e bizarros dias em um hotel em Piratuba. É uma pena, pois lá registrei coisas que gostaria de reler daqui uns tempos, afinal (e respondendo a pergunta do post da GiseleH.) eu escrevo para mim também! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_pessoais_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.vidinha" /><br/><p>Infelizmente, por problemas técnicos, tanto meus quanto da HostNet, perdi o último post, aquele que contava meus dez ótimos e bizarros dias em um hotel em Piratuba. É uma pena, pois lá registrei coisas que gostaria de reler daqui uns tempos, afinal (e respondendo a <a href="http://giseleh.com/2009/03/04/pra-quem-voce-bloga/" target="_blank">pergunta do post da GiseleH</a>.) eu escrevo para mim também! Não tenho muita pretensão de que este blog seja uma referência, mas gosto de provocar risos nas outras pessoas e quando recebo comentários em relação a isso, me sinto bem feliz.</p>
<p>O motivo pelo qual não escrevo desde metade de fevereiro é o tema mais recorrente nos posts desse blog: a dissertação/o mestrado. A <a href="http://alinedecampos.org/blog/?tag=mexicano" target="_blank">línea de la muerte</a> se aproxima cada dia mais e com isso minha taxa de ansiedade aumenta proporcionalmente. A vontade de escrever surge todo dia, mas todo resto exige que eu deixe essa vontade de lado. Mas, nesses dias longe dos registros daqui, aconteceram dois momentos que quero muito guardar.</p>
<p>Já fui professora de dança por muitos anos, de curso de curta duração, de oficinas de informática para inclusão digital e ano passado das turmas de Seminário de Informática e Comunicação da Comunicação Social como estagiária docente. Enfim, faz tempo que eu gosto muito disso. Em todas as ocasiões levei muito a sério, mas nunca pareceu tão real quanto agora. Ontem assinei meu contrato como professora substituta. Ou seja, de estagiária docente durante um ano me <em>powertransformei</em> em professora substituta remunerada nas disciplinas de Linguagem de Programação II e Sistemas Operacionais I nos cursos de Sistemas de Informação e Redes de Computadores da Escola Técnica da UFRGS (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul). Apesar de todos os impasses ocorridos, acho que era para ser. Estou feliz pela oportunidade de iniciar oficialmente minha carreira docente.</p>
<p>Nesse Sábado que passou fiz 25 anos. Um quarto de século. Tive comemoração inesperada com homenagem musical de <em>pout-pourri</em> de The Beatles com meus namorado e amigos, recebi a visita do meu melhor amigo, ganhei presentes muitos legais e estava em casa junto da minha família. Não estou me sentindo nem um pouco velha ou preocupada com a idade, como uma amiga minha me disse que eu passaria a me sentir agora. Não, pelo contrário. Quando eu era criança achava que com 25 anos eu estaria com um emprego estável de 44 horas semanais  com carteira assinada <sup>1</sup>  (como todos os adultos que eu conhecia), com uma vida regrada e cercada de coisas mega tecnológicas (afinal, já seria 2009!) e com uma mentalidade super adulta sem muitas gracinhas.</p>
<p>Pois chegados meus 25 anos de vida, estou TOTALMENTE diferente do que eu, pequenina criança inocente, pensava que estaria. Faço três coisas diferentes como trabalho (Mestrado [dá trabalho sim!], CPD/UFRGS e dar aulas), somando tudo isso dá mais que 44 horas semanais, mas eu não tenho carteira assinada em nada. Vivo cercada de bem menos coisas tecnológicas do que eu queria. É 2009, mas as roupas sintéticas, os carros voando e as casas inteligentes dos filmes e da <a href="http://loucoporgibis.com.br/loja/popup_image.php?pID=16663&amp;osCsid=5783fa7ac0eaad99251e1c3e5fab4c9b" target="_blank">edição de 30 anos da Turma da Mônica</a> que eu ganhei quando tinha 9 anos não são realidade e as que são eu não tenho dinheiro para comprar! Minha mentalidade é de uma guria sapeca, é só olhar o estilo desse blog e tudo o que eu escrevo. Claro que procuro ser responsável, sou super hiperativa e bastante nerd. Mas atividades como assistir desenho animado comendo cereal com iogurte ou jogar <a href="http://girininho.files.wordpress.com/2008/11/uno-cards.jpg" target="_blank">UNO</a> e <a href="http://homegameroom.com/catalog/images/pump_it_up_sd.jpg">Pump It Up</a> com meus amigos ainda são coisas que eu AMO fazer e vão continuar sendo. Ou seja, ainda bem que e Aline-do-passado estava errada quanto ao Aline-do-futuro<sup>2</sup>. Como diz o cara ruivo aquele<sup>3</sup>, &#8220;é bom olhar pra trás e admirar a vida que soubemos fazer&#8221;. Espero que daqui 25 anos, na minha metade de século vivida, eu possa dizer exatamente isso.
<ol class="footnotes">
<li id="footnote_0_281" class="footnote">embora na pré-adolescência pretender ser dentista, secretária e bailarina, tudo junto, ao mesmo tempo</li>
<li id="footnote_1_281" class="footnote">Quem assiste <a href="www.cbs.com/primetime/how_i_met_your_mother/">How I met Your Mother</a> vai entender porque usei isso.</li>
<li id="footnote_2_281" class="footnote">Nando Reis <img src='http://alinedecampos.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </li>
</ol>
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		<title>Sobre os sete pecados capitais do mestrado</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 12:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[sobre.acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[bobagem]]></category>
		<category><![CDATA[mestrado]]></category>
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		<category><![CDATA[sete pecados]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_atividades_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.acadêmico" /><br/>Não, eu simplesmente não consigo escrever aqui algo sobre outro assunto que não este que me mantém em estado de alerta dia e noite. Portanto, depois de &#8220;Os 10 mandamentos&#8221;, mais besteirinhas sobre mestrado vindas de uma mente prejudicada.


1. Gula
O Mestrado gera graus de ansiedade excelentes para o nível de necessidade alimentícia de uma pessoa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://alinedecampos.org/wp-content/uploads/icons/ico_atividades_color.gif" width="12" height="12" alt="" title="sobre.acadêmico" /><br/><p>Não, eu simplesmente não consigo escrever aqui algo sobre outro assunto que não este que me mantém em estado de alerta dia e noite. Portanto, depois de &#8220;Os 10 mandamentos&#8221;, mais besteirinhas sobre mestrado vindas de uma mente prejudicada.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>1. Gula</strong></p>
<p>O Mestrado gera graus de ansiedade excelentes para o nível de necessidade alimentícia de uma pessoa se elevar a nona potência. A vontade de mastigar tortura o ser e faz com ele se obrigue a estar sempre beliscando algo, o que, misteriosamente, aumenta gradativamente o valor que aparece no visor da balança.</p>
<p><strong>2. Vaidade</strong></p>
<p>Não suporta as pessoas espalhando felicidade por suas glórias e graças alcançadas? Fuja do mundo Acadêmico, corra loucamente, o mais rápido que conseguir! O que vale é produção, que gera repercussão, que gera divulgação, que gera reputação, positiva ou negativa. Com certeza você vai ver muita gente pecar de maneira infame, usando o santo nome de instituições, orientadores, autores (amém!) em vão.</p>
<p><strong>3.  Inveja</strong></p>
<p>A inveja é a prima meio estranha e renegada da vaidade. E todo mundo tem uma prima assim, não é? Quando a vaidade se manifesta por um artigo aceito, um conceito A, um trabalho premiado, uma vaga preenchida ou até um pequeno elogio a inveja está sempre pronta para tecer comentários de todos os tipos.</p>
<p><strong>4. Ira</strong></p>
<p>Esse pecado é muito comum nos relacionamentos na Academia. Entre alunos e professores, alunos e alunos, alunos e secretários, orientandos e orientador, pesquisador e bolsista, pesquisador e pesquisador. Não há como fugir. Aliás, há sim, se você é especialista na arte da diplomacia e do &#8220;engolimento de sapos&#8221;, parabéns, você está livre de pelo menos este pecado!</p>
<p><strong>5. Preguiça</strong></p>
<p>A preguiça chega sorrateiramente, quase sempre nos momentos em que menos podemos recebê-la. A procrastinação é um esporte muito praticado pelos acadêmicos, porém com o diferencial de que enquanto fazemos nada e deixamos o tempo passar, temos consciência disso e nos culpamos o tempo todo. Mas persistimos. Procrastinar é uma arte, há quem saiba fazer bem.</p>
<p><strong>6. Avareza</strong></p>
<p>O medo de perder seu objeto de pesquisa e/ou problema de pesquisa para um outro pesquisador mais experiente ou até mesmo um outro mestrando mais afortunado é algo constante. Basta saber que alguém pesquisa um assunto semelhante ao seu, que a vaidade, a inveja e a ira surgem unindo forças e você morrerá de medo de perder seu assunto sendo invadido por uma avareza sem fim, afinal ele tem que ser só seu.</p>
<p><strong>7. Luxúria</strong></p>
<p>Entre um stress e outro, um desgaste emocional e um surto psicótico pecando loucamente com as seis atitudes acima, há de se desopilar e liberar toda essa tensão negativa de alguma maneira, não é?</p>
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